O Concílio de Niceia em 325 d.C foi responsável por defender a ortodoxia cristã contra os ataques heréticos arianos daquele tempo quanto à pessoa de Cristo. A doutrina ariana afirmava que Jesus não é o Deus eterno, que Jesus foi criado antes da fundação do mundo, ou seja, houve um tempo em que o Filho não existia, e que Cristo é superior às demais criaturas, mas não é o verdadeiro Deus. Todavia, o Concílio afirmou que Jesus é o próprio Deus encarnado, que o Filho possui a mesma natureza (substância, essência) do Pai. Em 431 d.C ocorreu o Concílio de Constantinopla e, na ocasião, a heresia combatida foi o nestorianismo. O nestorianismo defende que há em Jesus duas pessoas, a divina e a humana. Mas o Concílio combateu essa heresia afirmando que há apenas uma pessoa em Jesus, a divina – o Filho de Deus. Jesus é a encarnação da Pessoa Divina – o Filho. Jesus possui duas naturezas – divina e humana – que estão unidas numa única Pessoa. Durante o Concílio de Calcedônia, em 451 d.C., a ...
O Dr. David Powlison, em seu livro Seeing With New Eyes (“Enxergando com novos olhos”) traz uma lista interessante para um teste de diagnóstico que nos ajudar a identificar os ídolos do nosso coração. Abaixo trarei as perguntas feitas por Powlison e as considerações e comentário feitos por mim. O que mais me preocupa? O que me preocupa? Com o que eu sonho acordado? Algumas coisas e pessoas são responsáveis por tirar o nosso sono e afetar nossa qualidade de vida. Por isso, precisamos avaliar as preocupações do nosso coração. Aqui podemos listar o nosso casamento, a nossa família, os nossos filhos, a vida financeira, a vida profissional, o exercício eclesiástico, a situação do país e assim por diante. O que, se eu fracassasse ou perdesse, me faria sentir que nem quero mais viver? Nesse ponto podemos listar a saúde, o emprego, um filho, o cônjuge, o status social, os investimentos financeiros etc. O que eu uso para me consolar quando as coisas ficam pesadas ou difíceis? O álcool, o...